sábado, 10 de julho de 2010

Memórias.

Hoje lembrei-me de ti inumeras vezes. Fui viajar, como sabes. Fui para o aeroporto de madrugada, sem ter dormido nada. Quando lá cheguei fui a correr comprar um café mocca para ver se acordava, fui comprar o público, que é dos meus poucos bons hábitos e fui para a zona de fumadores ler. Quando cheguei cá comprei novo café, mas o público já estava lido há muito, de forma que fiquei a ler um dos muitos livros que trago na mala. Foi tão estranho chegar cá e não te dizer nada, não te telefonar para informar que não foi desta que fui vítima de um ataque terrorista. Sabes, a semana passada curti com uma nova rapariga. Pela primeira vez em muito tempo, uma rapariga não me fez lembrar de ti. Nem o olhar, o sorriso, as palavras, as expressões, nada... Foi óptimo. Mas acho que ela já não que saber de mim. Pela primeira vez uma rapariga não quer saber de mim. E logo esta... Bolas. Eu sei que para mim ela é muito mais importante do que eu para ela, para ela eu não passei de alguns beijos... Mas ela para mim é mesmo importante. Pela simples facto de ter sido a primeira rapariga que não me fez lembrar de ti. E logo esta não quer saber de mim. Mas não lhe posso dizer a importância que ela tem. Não posso mesmo. Mandei-lhe mesnagem ontem um bocado antes de ir para o aeroporto e ela não me respondeu. É triste. Portanto, hoje estou triste. Por ti e por ela. Muito triste.

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