Como um dia disse Saramago (quao sabio eras tu, Jose), 'as pessoas nao deixam de ser, apenas deixam de estar'.
O lugar de 'primeiro amor' seras sempre tu a ocupa-lo. E parte do meu coracao sera sempre teu. Mas mesmo com tudo o que me ensinaste, tudo o que me mostraste, toda a felicidade que me ofereceste, tambem me transmitiste o medo. Medo de voltar a amar. Voltar a sofrer. Eu sei que nao mo querias ensinar, eu sei princesa, nao te preocupes. Mas a verdade e que me ensinaste. E eu nao te culpo por isso. Ensinei-te o mesmo, provavelmente.
Mas agora quero voltar a amar. Acho que ja estou preparada. Espero. E preciso de o voltar para te ultrapassar. Nao, nao o faco por ti. Faco-o por mim.
E quando o fizer, nunca me irei lembrar de ti. Porque a outra pessoa ja sera mais importante. Mais importante que tu, que estranho, nao e?
E ela nao me ira fazer lembrar de ti. E uma questao de me saber levar. De saber que eu preciso de confiar. E de mimos.
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