terça-feira, 20 de julho de 2010

Lisboa.

Hoje vou estar com as quatro. Ou melhor, com duas de certeza. Três, provavelmente. Contigo não sei se quero estar. Acho que me ia fazer mal.
Gosto demasiado de ti. E tu de mim. Vamos ultrapassar-nos, está bem? Prometes? Quero que me esquecas, a sério que quero. Quero que encontres outra pessoa. Quero que sejas feliz. E eu já não te consigo dar a felicidade que mereces. És a melhor pessoa que conheci até hoje. A pessoa em quem mais confiei. E por isso mesmo quero-te feliz. Vá, vamos ser felizes, está bem? Separadas. Promete-me que vamos conseguir. Anda, não hesites.
Eu prometo que vou passar a amar-te menos. Prometes o mesmo? Diz que sim. Por favor.
Vamos seguir a nossa vida. Como antes. Diz-me que não te fiz perder a fé no amor. Tu não me fizeste a mim... Anda princesa, sorri. Não, não me dês a mão. Nunca mais me dês a mão. Mas se precisares, a minha vai estar aqui. A teu lado. Sempre.

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